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O projeto CONSTRUINDO ECOSSISTEMAS SOLIDÁRIOS foi criado para enfrentar vulnerabilidades sociais, econômicas e ambientais, com base na premissa do “Bem Viver” – um jeito de viver com mais dignidade e qualidade de vida

A iniciativa promove formação, capacitação, geração de trabalho e renda, além de incentivar a autonomia e práticas produtivas sustentáveis. Busca ainda uma transição sistêmica, pautada na inclusão, inovação, integração e cooperação.

Quais são as ações do projeto?​
Cursos e formação para a geração de trabalho e renda
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Promoção de práticas que cuidam do meio ambiente e respeitam a natureza
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Melhoria nas condições de trabalho por meio do fornecimento de equipamentos, maquinários e reformas
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Público
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Comunidades rurais atingidas por crimes minerários

Pessoas do universo da catação de materiais recicláveis

Pessoa LGBTQIAPN+ em situação ou trajetória de rua

Frentes de atuação
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  • Buscamos construir soluções que ajudem as pessoas a terem uma vida digna.

  • Mais inclusão, criatividade e união nas ações.

  • Uma mudança no jeito de pensar e agir, com um sistema mais justo e sustentável para todos

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Qual a importância de realizar essas ações?

A fazenda ciclos está localizada próximo ao rio Paraopeba, contaminado por rejeitos da mineração, busca criar alterativas formativas e produtivas para o desenvolvimento do território

A população em situação de rua enfrenta barreiras no acesso à moradia, trabalho e direitos básicos

Jovens LGBTQIAPN+ tem até 120% mais chances de acabar em situação de rua.

Pessoas do universo da catação, especialmente mulheres que trabalham com carrinhos durante a madrugada, enfrentam condições precárias de trabalho e jornadas exaustivas.

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O QUE APRENDEMOS

Vivemos experiências que nos ensinaram muito sobre acolhimento, resistência e criação coletiva. Alguns dos principais aprendizados foram:

Cuidado como ponto de partida: aprendemos que oferecer acolhimento e escuta é o primeiro passo para construir confiança e abrir novos caminhos.

Arte e comunicação como ferramentas de resistência: oficinas, websérie e intervenções culturais mostraram que a expressão artística fortalece identidades e dá visibilidade às lutas da população LGBTQIAPN+ em situação de rua.

Formação que gera autonomia: os cursos e vivências estimularam a descoberta de habilidades, ampliando perspectivas de geração de renda e reconstrução de projetos de vida.

Mobilização e redes: percebemos a potência de estar em grupo. A organização coletiva fortaleceu vínculos, ampliou a incidência política e mostrou que juntos podemos enfrentar preconceitos e violências.

WEBSÉRIE ME CHAMA!

PRODUÇÃO AUDIOVISUAL MOSTRANDO SABERES, HABILIDADES E HISTÓRIAS DE RESISTÊNCIA.

Mais do que contar histórias, promove escuta, pertencimento e o desejo urgente de transformação social. Cada episódio é guiado pela pergunta “O que falta para eu ser chamada?”, funciona como uma entrevista de emprego: vozes que afirmam com potência e verdade o direito a trabalho, moradia, educação, lazer e dignidade.

Porque todo mundo tem um nome, um sonho e o direito de ser chamada.

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